quarta-feira, 11 de agosto de 2010

"O tempo não para... É uma merda..."

A frase acima foi dita pelo Favaratti, o cara gêmeo da Marília Gabriela que me dá aula de matemática II ou III no cursinho. Mais um louco como eu.
Quanto ao post anterior, não, eu não contei pessoa por pessoa, e, sim, sou louco.
Hoje o dia foi totalmente típico, exceto pelo fato de eu não ter pego o "trem dos estudantes" - o trem que a maioria dos passageiros são estudantes, e, claro, do sexo feminino, também pelo fato de ter tido aulas revolucionárias no cursinho: a de história? Obviamente não. Claro que foram as do excêntrico T.S., um japonês que usa o óculos quase nos buracos do nariz, leciona física e usa um microfone sem fio, e com o gênio, sim, gênio do Favaratti, que leciona matemática... Meu, acredite, o cara é foda... Se eu sou louco, o cara consegue ser mais louco que eu. Ele conseguiu me ensinar Progressão Aritmética (Eca? Não. Eba: POLI) de uma forma totalmente nova! Não sei como, só sei que aprendi. E também não me pergunte como.
De manhã, aquela coisa de sempre: a professora de história me encarava porque eu não parava de roer as unhas, o professor de inglês um tanto quanto afeminado (leia-se gay - Claro, ele é meu amigo, então eu posso chamá-lo assim e ele leva numa boa, mas, que fique bem claro: EU GOSTO É DE MENININHAS!!! XX, SEXO FEMININO, MULHER, sacas?)e a professora de português dando seus chiliques de sempre: "deixa eu me ouvir", ou então "fulano, para de falar"... Mas se tem uma coisa que marcou mesmo o meu dia foi o fato de ter chegado os ventiladores na escola!!! Ano de eleição - já que estudo em uma técnica estadual? Não, serviço da APM! Parabéns, agora não passaremos mais calor... Espero que amanhã o dia seja mais interessante... E que eu não trombe a megera (sim, meu caro, megera, o sinônimo de bruxa) da Mariana pelos corredores. Mas que fique claro que se ela fosse um tanto mais educada comigo, não a trataria assim... E vamos para as exatas: Culinária, Ferramentaria e, a outra, não me lembro. Nano-nano para vocês!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Loucuras cotidianas

Bom, como eu já disse antes, não sou muito normal... Então, estava eu almoçando na "marmita" - o microrrefeitório que temos no meu colégio, quando, sabe Deus de onde, surgiu o assunto "Metrô na Sé as seis". Para quem não é de SP, Sé é a estação mais movimentada do metrô pois interliga as duas principais linhas da cidade: as linha 1 azul e 3 vermelha. Quando citamos a "tag" seis na Sé, estamos falando do embarque na estação para a linha vermelha sentido zona leste, a zona mais periférica, carente e populosa da cidade, portanto, a mais movimentada, cheia e fedida. Para ter uma ideia, se copmparássemos, talvez, a Sé com o inferno, acho que o inferno estaria mais para paraíso que para inferno. Mas, porém, contudo, todavia, no entanto, entretanto, voltando ao prólogo inicial, surgiu o assunto do movimento na Sé e alguém arriscou chutar no número de passageiros que embarcam em um vagão nesse horário. 200, 300, 350? Decidi fazer os cálculos e provar cientificamente os fatos: são cerca de 417,3 pessoas em cada vagão; 80 sentadas e o restante de pé (considerando as seguintes condições: 10 pessoas/m² e Área ocupada de 2m² a cada conjunto de 4 bancos de 2 lugares). Um trem lotado, nesse horário, tem, aproximadamente, 2504 pessoas. Dessa história concluímos duas coisas: a primeira é que é muita gente em um espaço só; a segunda é que eu sou muuuito biruta mesmo.

Welcome and congratulations!

Parabéns, você acaba de iniciar uma nova fase na sua vida, e sabe por quê? Porque você vai começar a acompanhar esse blog, que tem todas as características para animar o fim do seu dia: é cômico, trata de assuntos do cotidiano dos paulistanos - principalmente estudantes, tem uma pitada de depressão, cientificismo, loucura e coisas da minha cabeça... Enfim, tudo o que (espero) que possa ser engraçado e do agrado de vocês. Por favor, não estou pedindo muito para vocês, sou um aluno completamente biruta, preocupado com o vestibular e que recorreu a um blog para aliviar as suas mágoas diárias e espera que, pelo menos, seus leitores o prestigiem.